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sábado, 15 de agosto de 2009

BEM VINDAS (OS)

Em primeiro lugar a Equipe Brincar é Aprender agradece a grande amiga e professora Dinéia Hypolitto por prestigiar o nosso blog e sempre que pode nos enriquece com seu conhecimento e conteúdo, ao 1APGN deixamos o blog a disposição para contato, sugestões, observações, informações e tudo que seja relativo ao “nosso mundo”.
Bjos
Brincar é Aprender

segunda-feira, 27 de julho de 2009

MOMENTO DE REPLANEJAR

Hoje voltei a trabalhar!!!!
Finalmente, estava com saudades da escola e das minhas colegas!
Estamos no período de REPLANEJAMENTO. Vamos planejar novamente os dois bimestres que faltam pensando:

  • O que os alunos já sabem em relação
  • O que precisam aprender
  • Ações didáticas

No primeiro ano da faculdade aprendemos muito sobre o PLANEJAR, e o quanto ele é importante. A professora Dinéia Hypolitto nos capacitou para este processo e gostaria de compartilhar com vocês o que nos possibilitou a compreender o assunto. É de grande valia o professor entender o que acontece nesse período.

Planejar é:

  • O preparo (organização) da prática educativa, tendo como ponto de partida o conteúdo que o professor trabalha em sala de aula;
  • Partir do conhecimento anterior dos alunos, garantindo a continuidade de aprendizagem;
  • Analisar, discutir e tomar decisões sobre “Ensinar e Aprender”;
  • Uma atividade coletiva, o que envolve todos os elementos da Equipe Escolar;
  • Um trabalho que se realiza em diferentes momentos do ano escolar;
  • Um processo que objetiva, conforme o momento, a previsão ou replanejamento da ação educativa;
  • Pensar sobre o que ensinar, como ensinar e como avaliar os conteúdos, de modo que a maioria dos alunos aprendam e permaneçam na escola.

Em síntese:

Planejamento é o processo de tomada de decisões em conjunto, visando preparar a ação educativa.

Aproveitem estas dicas!
Bom recomeço de trabalho à todos!
Beijos
Giulliana

terça-feira, 14 de julho de 2009

UMA GRANDE CONTRIBUIÇÃO PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA

No caminho de nossa formação encontramos em especial a Mestre em Educação Dinéia Hypolitto que foi uma de nossas professoras no primeiro ano de graduação, com ela obtivemos muito aprendizado, conhecimento e claro uma grande amizade.
E publicaremos em nosso Blog sua entrevista para a Revista Mundo Escola, número 1 (Abril/2009), da Editora Positivo.
Com certeza é de grande contribuição à todos os nós!Boa Leitura

POR FLORA QUEDES

A formação continuada dos professores ao lado de um projeto político-pedagógico sólido e de uma direção forte são os caminhos para melhorar a educação brasileira. Para Dinéia Hypolitto, mestre em educação pelo programa de pós-graduação em educação e currículo da PUC-SP, o profissional consciente sabe que sua formação não termina na universidade. “Esta lhe aponta caminhos, fornece conceitos e idéias, a matéria-prima de sua especialidade. O resto é por sua conta. Muitos professores, mesmo tendo sido assíduos, estudiosos e brilhantes, tiveram de aprender na prática, estudando, pesquisando, observando, errando muitas vezes, até chegarem ao profissional competente que são hoje”, afirma. Afinal, um professor que estuda motiva seus alunos. É capaz de implementar mudanças no seu meio, autoavaliar de forma crítica e reflexiva o seu trabalho e acompanhar o ritmo acelerado dos estudantes. “A formação continuada deveria ser um processo que não poderia ter um fim, pois ser professor é assumir um compromisso com o conhecimento e a cultura elaborada, e isso implica renová-la e renovar-se por meio dos diálogos com os textos, as pesquisas e com as novas gerações”, defende. Idéia reforçada por Paulo Freire, que afirmava que: “ninguém nasce educador ou marcado para ser educador. A gente se faz educador, a gente se forma, como educador, permanentemente, na prática e na reflexão da prática”.


TEMPO E RECURSOS
De fato, o professor precisa ter muita força de vontade para não desistir da formação continuada. A falta de tempo para participar dos programas de formação continuada, dupla jornada de trabalho, ofertas de cursos que não partem da realidade de necessidade do professor, a falta de recursos financeiros para o investimento em cursos ou na compra de livros são algumas das dificuldades elencadas por Dinéia Hypolitto, também especialista em avaliação pela Universidade de Brasília (UnB) e em didática do ensino superior pela Universidade São Judas Tadeu, onde atua na formação de professores e como coordenadora pedagógica. Segundo ela, ainda há o problema das políticas públicas serem descontínuas em relação à formação continuada, principalmente, na mudança de governos, o que contribui para o fracasso desses programas. “Os professores devem administrar a sua própria formação contínua, estudando, participando das manifestações e reflexões pedagógicas, trabalhar em equipe e trocar experiências para diferenciar o seu ensino, usar o trabalho coletivo dentro da escola e em serviço ao lado de seus pares, para melhorar a sua formação e o desempenho de seus alunos”, orienta.
AUTOAVALIAÇÃO
A especialista pontua que o professor só se torna capaz de implementar mudanças no cotidiano escolar, a partir de uma reflexão sobre si mesmo e suas ações. “A avaliação da prática leva-o a descobrir falhas e possibilidades de melhoria, pois quem não reflete sobre o que faz acomoda-se, repete erros e não se mostra profissional. O professor em formação permanente está sempre a repensar o currículo, a metodologia e os objetivos. Autoavalia-se de forma crítica e reflexiva. Ouve os seus alunos, deixa que eles expressem o que sentem, pensam, querem, e isso auxilia o professor a reorientar a sua ação pedagógica”, orienta Hypolitto.“Quando a reflexão permear a prática docente e de vida, a formação continuada será exigência “sine qua non” para que o home se mantenha vivo, energizado, atuante no seu espaço histórico, crescendo no saber e na responsabilidade. A formação continuada não se apresenta por si só como a solução para os problemas de qualidade no ensino, mas abre perspectivas de construir ações coletivas, na busca da qualificação do trabalho docente”, acrescenta ela, dizendo que a escola que possui professores em constante formação continuada tem resultados satisfatórios.
COMO FAZER
Primeiramente, a professora Dinéia Hypolitto orienta que os professores se informem sobre o que fazem os colegas e iniciem a formação contínua no espaço escolar. O trabalho no horário coletivo desenvolvido pelo coordenador pedagógico, toda semana, apresenta resultados mais efetivos, porque promove intercâmbio de experiências e a possibilidade de tematizar a prática. “É o momento para refletir o dia a dia dentro da sala de aula. Esse horário de trabalho pedagógico coletivo (HTPC) é para melhorar a formação continuada, fazer as leituras indicadas pela coordenadora pedagógica e estudar os conteúdos específicos para o ano que leciona”, detalha.Segundo a especialista, o HTPC é o espaço mais rico para o aprimoramento do professor, e dentro do seu próprio ambiente de trabalho. Existem outros caminhos para o aperfeiçoamento: a educação a distância, participação em seminários presenciais e/ou virtuais, intercâmbio nacional e internacional, reflexões pedagógicas, grupos de estudo e pesquisa, cursos de curta e longa duração, programas governamentais em parceria com universidades e as escolas, e a administração de sua própria formação contínua – lendo, participando de congressos, palestras e simpósios. Outras duas alternativas para o professor são a Universidade Aberta do Brasil (UAB), que une o Ensino Presencial e o Ensino a Distância para a democratização do conhecimento, e a Rede Nacional de Formação Continuada de Professores de Educação Básica.